Diego Fernandes – Birigui
A direção da Santa Casa de Birigui explicou documento que indica o rompimento dos atendimentos ao convênio Santa Casa Clínicas, que atualmente é responsável através do atendimento de servidores públicos municipais e de seus dependentes.
Em comunicado datado do dia 25 de abril, e assinado através da interventora da Santa Casa de Birigui, Sirlei de Paula Pereira, que foi tornado público através do Sisep, o Sindicato dos Servidores Municipais de Birigui, a Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Birigui notificou a rescisão de contrato particular de prestação de serviços hospitalares firmado entre o hospital e a Associação Santa Casa Clínicas de Birigui.
O comunicado diz que, no período de 90 dias, a contar da data da notificação, os trabalhos médico-hospitalares deveriam ser encerrados.
Com isso, o Sisep emitiu comunicado informando que a contar do dia 28 de julho, os servidores municipais e seus dependentes não poderiam mais usar os serviços do plano referentes ao hospital biriguiense, o que impediria a sequência do plano Santa Casa Clínicas no município.
Já em nota de esclarecimento divulgada através da assessoria de imprensa da Santa Casa de Birigui, enviada para toda a imprensa, o hospital explica que não existiu “pretensão de encerrar com o plano de saúde Santa Casa Clínicas”.
O texto diz que os valores pactuados entre a Santa Casa Clínicas e a Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Birigui estão desfasados e estão trazendo prejuízos financeiros e organizacionais para o hospital.
Ainda conforme com o comunicado, a intenção da notificação é que, no período de 90 dias, as partes façam um estudo para atualização de valores e impacto orçamentário, para que uma nova proposta seja apresentada.
Com isso, o hospital afirma que a cláusula Décima Quarta, Item 14.1, não será aplicada, que é o final dos serviços.
Troca
A interventora Sirlei de Paula Pereira, que assina a notificação divulgada, assumiu os trabalhos na Santa Casa de Birigui no último dia 22 de abril, em substituição ao antigo interventor Fernando Gonçalves da Silva, que pediu exoneração do cargo por motivos pessoais.
Com informações de O Liberal

