Close Menu
  • Home
  • Birigui e região
  • Brasil e mundo
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunistas
  • Contatos
Notícias de Birigui

PM Ambiental encaminha filhote de onça-parda resgatado por Bombeiros em Birigui para atendimento veterinário

5 de Junho, 2026

Prefeitura de Birigui orienta sobre pinturas da Copa em ruas da cidade

5 de Junho, 2026

Jovem é arremessada contra para-brisa em colisão entre moto e carro em Birigui

4 de Junho, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Tribuna BiriguiTribuna Birigui
Topo Correio
  • Home
  • Birigui e região
  • Brasil e mundo
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunistas
  • Contatos
Tribuna BiriguiTribuna Birigui

Mudança no vale-alimentação opõe supermercados e setor de benefícios

3 de Fevereiro, 2025Updated:3 de Fevereiro, 2025
mudanca-no-vale-alimentacao-opoe-supermercados-e-setor de beneficios
Mudança no vale-alimentação opõe supermercados e setor de benefícios

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda fazer alterações no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que engloba os benefícios do vale-alimentação e vale-refeição pago a trabalhadores. A proposta ainda fica sendo formulada através do Ministério da Fazenda, mas a possibilidade de mudança tem colocado em lados opostos representantes de supermercados e do setor de benefícios.

De um lado, entidades que representam os estabelecimentos comerciais defendem a reestruturação do programa. De outro, empresas de benefícios dizem que a proposta não ataca o problema da inflação e pode ter o efeito reverso do que pretende o governo.


Entenda as mudanças

  • O governo estuda colocar em prática a regulamentação da portabilidade do benefício.
  • A portabilidade se refere ao direito do trabalhador de escolher em qual cartão ele prefere receber o auxílio.
  • De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a mudança pode aumentar a competitividade entre as empresas, reduzindo assim as taxas cobradas pelas operadoras.
  • Supermercados levaram ao governo a proposta de reestruturar o PAT, implementando o chamado PAT eSocial. Para empresas de benefícios, no entanto, a medida não deve refletir no preços dos alimentos.

Queda de braço

No mês de novembro, Lula se agrupou com o setor de alimentos em busca de medidas para frear a inflação de produtos da cesta básica. Na ocasião, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) sugeiu a reestruturação do PAT, onde o recurso seria depositado diretamente em uma conta da Caixa Econômica Federal. Desse jeito, o trabalhador poderia gerir o benefício sem intermediação.

De acordo com a entidade, a medida geraria uma economia de R$ 10 bilhões anuais. “As empresas que fazem a intermediação desses vouchers impõem taxas altíssimas aos supermercados. Elas podem cobrar 15%, 10%, 6% em taxas. E não podemos fazer nada em relação a isso. Os contratos são leoninos. Os prazos para recebermos as quantias também são muito longos, chegam a 35 dias”, explicou o presidente da Abras, João Galassi, ao Metrópoles.

Empresas de benefícios, no entanto, contestam a eficácia das propostas. Para a Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), a prática da portabilidade vai incentivar que as operadoras concedam incentivos para que o trabalhador faça a migração. Para a entidade, os custos das operações serão repassados aos estabelecimentos comerciais, elevando o valor de produtos e serviços.

“É exatamente o oposto do que se imagina, com mais custos, inflação e perdas para o trabalhador brasileiro”, alega Lucio Capelletto, diretor-presidente da ABBT.

A Câmara Brasileira de Benefícios ao Trabalhador (CBBT) ressalta que é necessário ampliar a fiscalização sobre a prática do “rebate” — que consiste em oferecer condições de pós-pagamento e subsídio em serviços de contratos com operadores. Além disto, defende a adoção da chamada interoperabilidade, que permite que toda bandeira de cartão seja aceita em todos os estabelecimentos comerciais. A entidade ressalta, no entanto, o receio na flexibilização do uso do benefícios em outros meios de pagamento, como o Pix.

“Se a gente tiver um Pix sem controle, vamos ter algo parecido com o que foi feito com o Bolsa Família [foi usado em sites de apostas]. Ao invés de [o dinheiro] ir para o supermercado, vai para pagar contas, vai para [jogar no] ‘tigrinho’ e vai desvirtuar justamente o que o governo quer atacar”, avalia Ademar Bandeira, conselheiro da CBBT.

Com informações Metropoles

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegram Email

Notícias relevantes

Mulheres têm dupla maternidade reconhecida depois de inseminação caseira

4 de Junho, 2026

Pernambuco vai voltar a monitorar tubarões no mês de julho depois de 11 anos

3 de Junho, 2026

Deputado aciona PF para investigar elo de apoiadores de Flávio com CV

2 de Junho, 2026
Anuncie conosco!
Últimas notícias

PM Ambiental encaminha filhote de onça-parda resgatado por Bombeiros em Birigui para atendimento veterinário

5 de Junho, 2026

Prefeitura de Birigui orienta sobre pinturas da Copa em ruas da cidade

5 de Junho, 2026

Dê uma olhada como foi o primeiro dia da Liga das Nações de Vôlei Feminino. Veja vídeo

4 de Junho, 2026

Mulheres têm dupla maternidade reconhecida depois de inseminação caseira

4 de Junho, 2026
2026 Tribuna Birigui.
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.